quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Presidente ou Presidenta?

Muito oportuna e muito bem comentada. Estou com bronca da Revista Época que, açodada e bajulatoriamente, já assumiu essa horrível forma de tratamento: PRESIDENTA! (ARGH!!!).


Muito legal! Uma verdadeira aula de português, muito didática, e com um final bem humorado.

AULA DE PORTUGUÊS : O CORRETO É PRESIDENTE OU "PRESIDENTA" ? ? ?

Tenho notado, assim como aqueles mais atentos também devem tê-lo feito, que a candidata eleita e empossada Dilma Roussef e seus apoiadores, pretendem que ela venha a ser a primeira presidenta do Brasil, tal como atesta toda a propaganda política veiculada pelo PT na mídia.

Presidenta?

Mas, afinal, que palavra é essa?

Bem, vejamos:

Em português existem os particípios ativos como derivativos verbais.

Por exemplo: o particípio ativo do verbo atacar é atacante, de pedir é pedinte, o de cantar é cantante, o de existir é existente, o de mendicar é mendicante...

Qual é o particípio ativo do verbo ser? O particípio ativo do verbo ser é ente.

Aquele que é: o ente.

Aquele que tem entidade.

Assim, quando queremos designar alguém com capacidade para exercer a ação que expressa um verbo, há que se adicionar à raiz verbal os sufixos ante, ente ou inte.

Portanto, a pessoa que preside é “PRESIDENTE", e não "Presidenta", independentemente do gênero, masculino ou feminino.

Se diz capela ardente, e não capela "ardenta"; se diz estudante, e não "estudanta"; se diz adolescente, e não "adolescenta"; se diz paciente, e não "pacienta".

Um exemplo (negativo) seria:

"A presidenta se comporta como uma adolescenta pouco pacienta que imagina ter virado eleganta para tentar ser nomeada representanta. Esperamos vê-la algum dia sorridenta numa capela ardenta, pois esta dirigenta, dentre tantas outras suas atitudes barbarizentas, não tem o direito de violentar o pobre português, só para ficar contenta."

Absolutamente correto! Está mais que na hora de restabelecermos A LEITURA E A FALA CORRETAS DE NOSSO IDIOMA - o PORTUGUÊS (falado no Brasil) e não mais o cachacês, churrasquês, o futibolês e outros dialetos de triste e recente memória, infelizmente aplaudidíssimos pelos 80% dos patrícios que vibravam com as bobagens oficializadas e incensadas pela massa de áulicos (áulico: cortesão, palaciano) e puxa-sacos “dus cumpanhêru de ingual” nível moral e intelectual...

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Adesivo de carro em Brasília

 
©2007 Elke di Barros Por Templates e Acessorios