sexta-feira, 13 de agosto de 2010

O Debate em São Paulo


 Veja as melhores frases de quem acompanhou o debate em SP
13 de agosto de 2010 


O governador Alberto Goldman conversa com o deputado Paulo Maluf Foto: Fernando Borges/Terra Maluf se convida para ir ao Palácio dos Bandeirantes e Goldman diz que o lugar "é de todos"
Foto: Fernando Borges/Terra
Vagner Magalhães
Filippo Cecilio
Direto de São Paulo
Se na frente das câmeras os políticos medem cada palavra, sob o risco de perder eleitores, o mesmo não pode se dizer daqueles que estão apenas no entorno do pleito. Na plateia de um debate político estão aliados, além de antigos e atuais desafetos, que, em comum, têm a língua afiada. Veja o que se disse nos bastidores do debate entre os candidatos ao governo do Estado de São Paulo, na Band.
"Sou candidato. Meu número é ..."
Do deputado federal Paulo Maluf (PP), ao ser questionado se poderia concorrer nas eleições de outubro por causa da Lei Ficha Limpa.
"Estou com saudade do Palácio dos Bandeirantes. Desde que saí de lá, só voltei duas vezes. Qualquer dia vou tomar um café com você."
Idem, ao se convidar para um bate-papo com o governador Alberto Goldman (PSDB) na sede do governo paulista.
"O palácio é do povo."
Alberto Goldman, ao responder se convidaria Maluf.
"Eu achei a ideia de trocar os R$ 50 bilhões do trem bala por 400 km de Metrô ótima."
Paulo Maluf, ao cumprimentar o presidenciável José Serra (PSDB).
"Eu acho que o Serra exagerou ao falar em 400 km de metrô."
Alberto Goldman.
"É mais fácil o Kassab vir para cá do que eu ir para lá."
Antonio Carlos Rodrigues (PR), presidente da Câmara Municipal de São Paulo. Sentado junto a petistas, ele foi alertado que tinha uma cadeira marcada próxima à do prefeito Gilberto Kassab (DEM).
"O Mercadante é um bigode a procura de escrúpulos. O Skaf é um nariz à procura de coerência."
De um ex-secretário de José Serra e Gilberto Kassab na prefeitura de São Paulo.
"Mercadante é um bigode à procura de um caráter. Não é?!?"
Do vereador Floriano Pesaro (PSDB), em uma twittada diretamente dos estúdios do debate, após ouvir o comentário do colega.
"Os candidatos estão no bagaço. A campanha começa cedo."
Floriano Pesaro, ao explicar a debandada de candidatos do PSDB, encabeçada por José Serra, ao fim do segundo bloco do debate.
"Tudo mentira. Esse é o maior mentiroso. É o maior chutador da história."
De Alberto Goldman, enquanto o candidato Aloizio Mercadante (PT) falava sobre dados do saneamento básico em São Paulo.
"E chuta mal."
Andrea Matarazzo, secretário da Cultura de São Paulo.
"Cada um fala o que quer."
Da candidata ao Senado Marta Suplicy (PT), depois de o também candidato ao senado, Ciro Moura (PTC), dizer que tem a preferência de boa parte do eleitorado dela como segunda opção.
"Com muita gente assim, o debate fica longo e cansativo."
Marta Suplicy.
"O que ele quer? Um trem parador?"
Floriano Pesaro, se referindo a Celso Russomanno, que pretende incluir várias paradas no Vale do Paraíba para a futura linha do trem-bala.
"O Alckmin passou por maus bocados."
De Antônio Clóvis Pinto Ferraz, o Coca Ferraz (PDT), candidato a vice-governador na chapa de Aloizio Mercadante (PT).
"Que pesquisa você lê? Nas que eu vejo, estou em segundo."
Do candidato ao senado Orestes Quércia (PMDB), ao ser questionado por aparecer em terceiro lugar nas pesquisas.
"O bom desempenho dele não depende só dele."
Do deputado federal Ivan Valente (Psol), em resposta pouco elucidativa ao ser questionado se o candidato Paulo Bufalo (Psol) poderia repetir o bom desempenho de Plínio de Arruda Sampaio no debate entre os presidenciáveis.
"Claro que eu vou aparecer. Vou mostrar que sou o novo, o candidato da virada. Meu slogan será 'Ciro 360'."
Do candidato ao Senado Ciro Moura (PTC), que se registrou no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) como Ciro e é acusado por adversários de querer se passar pelo deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE).
"Este lugar será o Senado."
Ciro Moura, ao ser lembrado que uma virada de 360 graus o deixaria no mesmo lugar.
"No lugar dele, eu não apareceria e usaria de fundo as praias cearenses como cenário."
De um vereador paulista, perguntado como agiria no caso de Ciro Moura.

Extraído do Site Terra

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