sábado, 31 de julho de 2010

Ele continua o mesmo!

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Algumas frases sobre Imposto




"Os impostos são aquilo que se paga para se ter uma sociedade civilizada." (Oliver Wendell Holmes)






"No imposto profissional o justo paga mais e o injusto menos, sobre o mesmo rendimento." (Platão)






"Evitar os impostos é a única atividade que atualmente contém alguma recompensa." (John Maynard Keynes)






"A coisa mais difícil de compreender no mundo é o imposto profissional."


(Albert Einstein)






"O imposto tem esse nome porque, de outro modo, ninguém o pagaria."


(Carlos Drummond de Andrade)






"Todo imposto é ruim, por isso chama-se imposto, senão se chamaria voluntário." (Fernando Henrique Cardoso)






"O imposto é a arte de pelar o ganso fazendo-o gritar o menos possível e obtendo a maior quantidade de penas." (John Garland Pollard)






"Só pagam impostos os que não têm com que pagá-los." (Sofocleto)






"A maneira de recolher os impostos é cem vezes mais onerosa que o tributo em si." (Voltaire)






"Todo mundo tem de pagar imposto, seja grande, pequeno, azul, verde, vermelho. Banco, quitandeiro, carpinteiro — todos têm de pagar."


(Armínio Fraga)






"Impostos que visem a prevenir, ou mesmo diminuir a importação, são evidentemente tão destrutivos das rendas alfandegárias quanto a liberdade de comércio." (Adam Smith)






"Nada é mais certo neste mundo do que a morte e os impostos."


(Benjamin Franklin)






"Não posso obrigar ninguém a ser patriota, mas posso obrigar a pagar imposto." (Campos Sales)






"Os impostos representam os nervos do Estado." (Cícero)






"Um século de reforma é sempre fecundo em impostos."


(Thomas Macaulay)






"As promessas de ontem são os impostos de hoje."


(William Lyon Mackenzie King)






"Até de defunto cobras imposto." (Manúcio)




segunda-feira, 26 de julho de 2010

Quem tem medo da carga tributária?




A carga tributária (CT) é obtida pela divisão da arrecadação da União, dos Estados e dos municípios pelo Produto Interno Bruto (PIB). Em 1991 era de 23,3%. Em 2005, de 33,3%. Cresceu, por ano, em média nesse período 0,72 ponto porcentual (p.p.) do PIB. A partir de 2006, o ritmo de crescimento foi reduzido para 0,22 p.p. Em 2008 foi de 34,4%, caindo para 33,7% em 2009 e, para este ano, poderá voltar aos 34,4% de 2008, caso persista o ritmo de crescimento da arrecadação ocorrida até junho.

A comparação internacional da CT é sujeita a erro, pois depende do que prevê a Constituição de cada país em relação às obrigações do Estado perante a sociedade. Quanto maior essa obrigação, maior a necessidade de recursos e de CT. Para os países de renda per capita mais elevada, como os da zona do euro, a CT é de 45%, e para países da América Latina e do Caribe, com renda per capita inferior à nossa, é de 29,2%, segundo o estudo Taxation and Latin American Integration, feito pelos economistas do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) Vito Tanzi, Alberto Barreix e Luiz Villela para o ano de 2004. Observe-se que a CT na região vem crescendo a cada ano.

É importante, no entanto, observar que o governo não dispõe da arrecadação total para desempenhar suas atividades, pois dela deve ser subtraído o juro, que no nosso caso é elevado no confronto internacional. Em 2009 a CT de 33,7% foi abatida de 5,3% do PIB de juros, sobrando uma CT útil de 28,4% (33,7 menos 5,3). Na zona do euro a CT útil foi de 42,4%, 50% maior do que a nossa. Na América Latina os juros de 1,6% do PIB permitiram uma CT útil de 27,6%, semelhante à nossa.

O que chama mais a atenção na comparação internacional é a incidência da CT: no Brasil se tributam em excesso o consumo e a mão de obra e pouco a renda e o patrimônio. Com isso, quem ganha até dois salários mínimos (SM) paga 49% dos seus rendimentos em tributos e quem ganha 30 SM, 26%.

Existem aspectos interessantes para destacar sobre a carga tributária:

Crescimento - Em períodos de bom crescimento econômico a tendência da CT é crescer, pois o lucro das empresas e a massa salarial crescem acima do PIB e o governo arrecada proporcionalmente a eles. Além disso, os contribuintes estão em melhor situação financeira, pagando mais em dia os tributos, e até os atrasados. Quando o crescimento é baixo, tudo se inverte e a CT tende a cair, como ocorreu em 2003 e 2009.

Importação - quanto maior a importação, maior a CT. A arrecadação, que é o numerador da CT, cresce com a cobrança do imposto de importação e o PIB, que é o denominador, diminui.

Exportação - quanto maior a exportação, menor a CT. A arrecadação não se altera, pois o imposto de exportação é praticamente nulo no País e o PIB cresce.

Eficiência - há vários anos vem aumentando a eficiência da arrecadação da União, Estados e municípios, por utilizarem maior nível de informatização, cruzamento de cadastros e sistemas integrados de inteligência fiscal. Contribuem para isso a introdução da Nota Fiscal Eletrônica e o Sistema Público de Escrituração Digital (Sped), ambos em fase avançada de implantação, e a substituição tributária, que tributa no atacado em vez de no varejo, onde ocorre maior nível de sonegação.

Outro fator importante para ampliar a arrecadação é a troca de experiências entre as Secretarias de Finanças e de Fazenda de Estados e municípios em fóruns próprios para isso. Experiências exitosas são rapidamente apropriadas. Assim, sem mudar a legislação tributária, a arrecadação tende a crescer independentemente do crescimento ou não da economia. Em outras palavras, tende a crescer a CT pela maior eficiência estrutural de arrecadação, mantendo inalterada a legislação tributária.

Para reduzir a CT e alcançar maior equidade, é necessário reduzir as despesas com juros, ou seja, a Selic, e reduzir/zerar as alíquotas dos tributos que incidem sobre bens e serviços de consumo popular, sendo o principal deles o ICMS, de competência estadual.

AMIR KHAIR - de O Estado de S.Paulo


sábado, 24 de julho de 2010

Quem sou eu?





Nesta altura da vida já não sei mais quem sou...
Vejam só que dilema!!!
Na ficha da loja sou CLIENTE, no restaurante FREGUÊS, quando alugo uma casa
INQUILINO, na condução PASSAGEIRO, nos correios REMETENTE, no supermercado
CONSUMIDOR.
Para a Receita Federal CONTRIBUINTE, se vendo algo importado CONTRABANDISTA.
Se revendo algo, sou  MUAMBEIRO, se o carnê tá com o prazo vencido
INADIMPLENTE, se não pago imposto SONEGADOR. Para votar ELEITOR, mas em
comícios MASSA , em viagens TURISTA , na rua caminhando PEDESTRE, se sou
atropelado ACIDENTADO, no hospital PACIENTE. Nos jornais viro VÍTIMA, se
compro um livro LEITOR, se ouço rádio OUVINTE. Para o Ibope ESPECTADOR, para
apresentador de televisão TELESPECTADOR, no campo de futebol TORCEDOR.
Se sou corintiano, SOFREDOR. Agora, já virei GALERA. (se trabalho na ANATEL
, sou COLABORADOR ) e, quando morrer... uns dirão... FINADO, outros...
DEFUNTO, para outros... EXTINTO , para o povão...
PRESUNTO... Em certos círculos espiritualistas serei... DESENCARNADO,
evangélicos dirão que fui... ARREBATADO...
E o pior de tudo é que para todo governante sou apenas um IMBECIL !!!
E pensar que um dia já fui mais EU.
Luiz Fernando Veríssimo

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Leão Satisfeito





Arrecadação de impostos federais em junho é recorde para o mês.



A arrecadação de impostos e contribuições federais em junho de 2010 somou R$ 61,488 bilhões.



Considerados valores corrigidos pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo o valor da arrecadação em junho de 2010 é 8,54% maior do que o valor arrecadado em junho de 2009.


Nos primeiros seis meses de 2010 o valor arrecadado foi R$ 379,491 bilhões, valor 12,48% maior que o valor arrecadado no primeiro semestre do ano passado.



Fonte: Agência Brasil.




quarta-feira, 21 de julho de 2010

Lula e a Receita



"A Receita Federal é intocável. Até para o presidente da República, a Receita Federal é intocável. Se eu pedir a declaração do meu pior inimigo, a Receita precisa me denunciar."


 UÉ... Ele não sabia disso?

terça-feira, 20 de julho de 2010

Poema do Amigo




AMIGOS



(Vinicius de Moraes)



Tenho amigos que não sabem o quanto são meus amigos.

Não percebem o amor que lhes devoto e a absoluta necessidade que tenho

deles.

A amizade é um sentimento mais nobre do que o amor, eis que permite que o

objeto dela se divida em outros afetos, enquanto o amor tem intrínseco o

ciúme, que não admite a rivalidade.



E eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os

meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos !

Até mesmo aqueles que não percebem o quanto são meus amigos e o quanto

minha

vida depende de suas existências ...

A alguns deles não procuro, basta-me saber que eles existem.



Esta mera condição me encoraja a seguir em frente pela vida.

Mas, porque não os procuro com assiduidade, não posso lhes dizer o quanto

gosto deles. Eles não iriam acreditar.

Muitos deles estão lendo esta crônica e não sabem que estão incluídos na

sagrada relação de meus amigos.

Mas é delicioso que eu saiba e sinta que os adoro, embora não declare e

não

os procure.



E às vezes, quando os procuro, noto que eles não tem noção de como me são

necessários, de como são indispensáveis ao meu equilíbrio vital, porque

eles

fazem parte do mundo que eu, tremulamente, construí e se tornaram

alicerces

do meu encanto pela vida.

Se um deles morrer, eu ficarei torto para um lado.

Se todos eles morrerem, eu desabo !

Por isso é que, sem que eles saibam, eu rezo pela vida deles.

E me envergonho, porque essa minha prece é, em síntese, dirigida ao meu

bem

estar. Ela é, talvez, fruto do meu egoísmo.



Por vezes, mergulho em pensamentos sobre alguns deles.

Quando viajo e fico diante de lugares maravilhosos, cai-me alguma lágrima

por não estarem junto de mim, compartilhando daquele prazer...

Se alguma coisa me consome e me envelhece é que a roda furiosa da vida não

me permite ter sempre ao meu lado, morando comigo, andando comigo, falando

comigo, vivendo comigo, todos os meus amigos, e, principalmente os que só

desconfiam ou talvez nunca vão saber que são meus amigos !



A gente não faz amigos, reconhece-os.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Tributos nas Contas do Dia a Dia


Quanto pagamos de tributos em cada conta de gastos essenciais? 

Sabe que fatia o Governo leva nas contas de água, luz e telefone, por exemplo?

Pasmem: 29,83%, 45,81% e 47,87%, respectivamente!


Será que um dia dará para fugir disso?


quinta-feira, 8 de julho de 2010

Marília Gabriela não vota em Dilma


Opinião da Marília Gabriela sobre a Dilma

MARÍLIA GABRIELA

Quem tem medo da "doutora"  Dilma?
VOU CONFESSAR:
Morro de medo de Dilma Rousseff.
Esse governo que tem muitos acertos, mas a roubalheira do governo do PT e o cinismo descarado de LULA
em dizer que não sabia de nada nos mete medo.
Não tenho muitos medos na vida, além dos clássicos: de barata, rato, cobra.
Desses bichos tenho mais medo do que de um leão, um tigre ou um urso, mas de gente não costumo ter medo.
Tomara que nunca me aconteça, mas se um dia for assaltada, acho que vai dar para levar um lero com os assaltantes (espero).
Não me apavora andar de noite sozinha na rua e, não tenho medo algum das chamadas
"autoridades", só um pouquinho da polícia, mas não muito.
Mas de Dilma não tenho medo; tenho pavor. 
Antes de ser candidata, nunca se viu a ministra dar um só sorriso, em nenhuma circunstância.
Depois que começou a correr o Brasil com o presidente, apesar do seu grave problema de saúde, Dilma não para de rir,
como se a vida tivesse se tornado um paraíso. Mas essa simpatia tardia não convenceu.
Ela é dura mesmo.
Dilma personifica, para mim, aquele pai autoritário de quem os filhos morrem de medo,
aquela diretora de escola que, quando se era chamada em seu gabinete, se ia quase fazendo pipi nas calças, de tanto medo. 
Não existe em Dilma um só traço de meiguice, doçura, ternura.
Ela tem filhos, deve ter gasto todo o seu estoque com eles e não sobrou nem um pingo para o resto da humanidade.
Não estou dizendo que ela seja uma pessoa má, pois não a conheço; mas quando ela levanta a sobrancelha, aponta o dedo e fala, com aquela voz de general da ditadura no quartel, é assustador.
E acho muito corajosa a ex-secretária da Receita Federal Lina Vieira, que enfrentou a ministra afirmando que as duas tiveram o famoso encontro. Uma diz que sim, a outra diz que não, e não vamos esperar que os funcionários do Palácio do Planalto contrariassem o que seus superiores disseram que eles deveriam dizer. Sempre poderá surgir do nada um motorista ou um caseiro, mas não queria estar na pele da suave Lina Vieira.
A voz, o olhar e o dedo de Dilma, e a segurança com que ela vocifera "suas verdades", são quase tão apavorantes quanto a voz e o olhar de Collor, quando ele é possuído. Quando se está dizendo a verdade, ministra, não é preciso gritar; nem gritar nem apontar o dedo para ninguém. Isso só faz quem não está com a razão, é elementar.
Lembro de quando Regina Duarte foi para a televisão dizer que tinha medo de Lula; Regina foi criticada, sofreu com o PT encarnando em cima dela - e quando o PT resolve encarnar, sai de baixo. Não lembro exatamente de quê Regina disse que tinha medo -nem se explicitou-, mas de uma maneira geral era medo de um possível governo Lula.. Demorei um pouco para entender o quanto Regina tinha razão
Hoje estamos numa situação pior, e da qual vai ser difícil sair, pois o PT ocupou toda a máquina, como as tropas de um país que invade outro. Com Dilma seria igual ou pior, mas Deus é grande..

Eles não falaram em 20 anos? Então ainda faltam quase 13, ninguém merece.

 
Seja bem-vinda, Marina Silva. Tem muito petista arrependido que vai votar em você e impedir que a mestra sem mestrado, Dilma Rousseff, passe para o segundo turno. Outra boa opção é o atual governador José Serra que já mostrou seriedade e competência. Só não pode PT, Dilma e alguém da "turma do Lula". 




 
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