terça-feira, 8 de junho de 2010

O Amor é Lindo 2




Em encontro com empresários em Brasília no final do mês passado, os pré-presidenciáveis meteram a lenha na carga tributária do Brasil, o que, em época de eleições, é sempre o Judas a pagar o pato, consenso absoluto na lista de reclamações e da necessidade de reforma.
Dona Dilma qualificou a situação tributária brasileira de “caótica”. O Sr. Serra – chovendo no molhado - adjetivou a carga de impostos no Brasil como “a maior do mundo”.
Para Dilma, a tributária é a “reforma das reformas”. Para José Serra, aliada aos juros e ao câmbio desvalorizado, a carga tributária é uma “distorção”.
Mas, em que pese que ambos concordem quanto à necessidade de reforma tributária, não é de se perguntar de que país eles vieram, para não dizer de que planeta? O que fez FHC, “cumpanheiro” de Serra, para pelo menos dar o “start” a essa fundamental reestruturação tributária em seus oito anos de gestão pública? E de que estranho governo que não promove uma reforma tributária Dilma está falando? Não é do PT do qual ela faz parte?
Só me resta, assim perto do dia dos namorados, dizer que o amor deles é lindo...

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