quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Chatinhas de Doer...





Em homenagem à chatice feminina eleitoral, aí vão algumas frases:

"É característica do chato que ele é a última pessoa a saber disso." (Oliver Wendell Holmes)

"Chato é aquela pessoa que fala quando você quer que ela ouça." (Ambrose Bierce)

"O maior chato é o chato perguntativo. Prefiro o chato discursivo ou narrativo, que se pode ouvir enquanto se pensa noutra coisa." (Mario Quintana)

"Chato é o indivíduo que tem mais interesse em nós do que nós temos nele." (Millôr Fernandes)

"Chato é o cara que, quando você pergunta como ele está, ele conta." (Bert Leston Taylor)

"Não existe nada mais chato do que duas pessoas que continuam falando quando você está interrompendo." (Mark Twain)

"Um chato é alguém que nos priva da solidão sem ser companhia." (Giovanni Vincenzo Gravina)

"Quando um chato diz: "Eu vou embora", que presença de espírito!" (Millôr Fernandes)

"Há pessoas tão chatas que nos fazem perder um dia em 15 minutos." (Jules Renard)

"O homem que se deixa chatear é ainda mais desprezível que o chato que chateia." (Samuel Butler)

"Queria dizer que nós não somos chatos. Tocamos músicas sensacionais, pulamos e balançamos nossas bundas." (Joe Strummer)

"Todo o herói torna-se chato." (Ralph Waldo Emerson)

"Pontualidade é a virtude do chato." (Evelyn Waugh)

Eu sei que é chato dizer, mas, para quem não lembra, Soninha fez pós-graduação em chatice com Martinha.



Tá explicado: Soninha já foi do PT!

domingo, 24 de agosto de 2008

Meninas de Ouro





O Brasil precisa de mais meninas e meninos de ouro. O resgate social que o esporte proporciona é algo impressionante. Haja visto a China que investe e incentiva a juventude.

Se gastássemos mais em educação e esporte, certamente gastaríamos menos em combate à segurança.

Acorda, Brasil!

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

E agora, Lulinha?



O candidato a vereador de São Bernardo (Grande São Paulo) Marcos Cláudio Lula da Silva (PT), filho adotivo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, vai recorrer ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para reverter a decisão do TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral) e continuar na disputa.

Ontem, por unanimidade, o tribunal regional negou o pedido de registro de candidatura de Marcos Lula. Ele é filho do primeiro casamento da primeira-dama, Marisa Letícia. Lula adotou Marcos quando ele tinha 3 anos.

Em entrevista coletiva nesta sexta-feira, Marcos Lula disse que vai continuar com a campanha, apesar da decisão do TRE-SP. "Nós não vamos parar com a campanha, vamos entrar com recurso junto ao TSE e, se necessário, vamos recorrer a todas as instâncias possíveis, agindo sempre dentro da legalidade", afirmou.

Segundo a coluna Mônica Bergamo o processo contra Marcos Lula começou em 22 de julho, com uma ação do Ministério Público Eleitoral, que alegou parentesco com o presidente.

A Constituição Federal prevê que são inelegíveis, no território de jurisdição do titular, os parentes de presidente da República, governador e prefeito, a menos que já seja titular do mandato e candidato à reeleição.

O advogado Humberto Rocha, que defende Marcos Lula, explicou hoje que o artigo foi incluído na Constituição para "resguardar o monópolio do poder". Segundo ele, a análise do caso deve ser "mais profunda", uma vez que a Declaração Universal dos Direitos Humanos assegura liberdade e igualdade entre todos.

O presidente do PT de São Bernardo, Wanderlei Salatiel, disse que está confiante na candidatura Marcos Lula. "Vamos continuar apoiando o Marcos no que for preciso", afirmou.

Fonte: Folha Online

sábado, 16 de agosto de 2008

A Tributação na Telefonia




Enquanto a postura regulatória do governo federal é a de estimular o setor de telefonia no País – por considerá-lo um serviço essencial para o desenvolvimento sustentável ao permitir a inclusão social –, sua política tributária e a dos governos estaduais encaram o telefone como um bem supérfluo. Com essa interpretação, o Estado contribui para que o Brasil tenha a maior carga tributária do mundo em serviços de telecomunicações. Como o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) é o principal tributo recolhido pelo setor, os pernambucanos, por exemplo, figuram na lista dos maiores pagadores de impostos de telefonia de todo o globo, pois a alíquota de 28% no Estado é uma das mais caras do País, contra 25% de São Paulo, mas menor que na Paraíba, com 30%.

“O modelo de tributação dos serviços de telecomunicações no Brasil é perverso. As telecomunicações são tratadas como artigo de luxo. Em média, mais de 43% do custo do serviço ao usuário final é resultado de imposto. O grande responsável pelo custo elevado da prestação do serviço à população brasileira é o governo, em todas as suas esferas. No caso dos governos estaduais, responsáveis pela maior parcela do custo dos impostos (ICMS), a forma de cálculo do tributo é pior, pois é um cálculo embutido no preço, onde, apesar da alíquota figurar, na maioria dos casos, em 25%, o cálculo é feito ‘por dentro’ e isso passa a representar 32% no custo final”, comentou o presidente executivo da Associação Brasileira de Concessionárias de Serviço Telefônico Fixo Comutado (Abrafix), José Fernandes Pauletti, para quem é necessária uma política de desoneração.

O ex-ministro Mendonça de Barros é outro que defende uma redução dos impostos cobrados na telefonia. “É claro que a tributação elevada via ICMS é um fator negativo para o desenvolvimento de um mercado de telecomunicações eficiente. Mas a facilidade da arrecadação e o volume financeiro elevado do faturamento do setor é uma tentação difícil de ser vencida principalmente durante períodos de baixo crescimento econômico como o que vivemos até 2004”, afirma.

A opinião, claro, não é compartilhada pelos Estados. A assessora de Substituição Tributária, Energia e Telecomunicações da Secretaria da Fazenda de Pernambuco, Flávia Novaes, avalia que o momento para uma possível redução do ICMS no setor já passou. “No ano passado, continuou-se com o aumento de arrecadação no segmento, com taxa de 13,2%. Crescimento devido à expressiva entrada das classes baixas no serviço. Este ano, por conta da inflação, o consumidor deixou o supérfluo de lado para comprar comida, que está mais cara. Com redução de 1,3% na arrecadação este ano, não é hora de pensar em corte de alíquota”, opinou. Segundo os dados da Fazenda, a média de arrecadação do setor está em R$ 64 milhões por mês em 2008, o que representa 16% da receita estadual, já que a arrecadação total está em pouco mais de R$ 400 milhões mensais.

O deputado federal Paulo Rubem Santiago lembra que, após a privatização, os governos estaduais passaram a aumentar as alíquotas de ICMS, sendo que a administração pernambucana trocou o percentual de 25% para 28% sobre o serviço no final de 2001. “Os governos sabiam que a tendência era de crescimento, então o setor se apresentava como uma fonte crescente de arrecadação. O problema é que eles só olham o caixa e esquecem que telefonia hoje é essencial. Se o tributo fosse menor, a base de clientes iria crescer. Quantos milhões de clientes não usam celular hoje por conta do alto custo”, questiona o parlamentar, que, apesar da postura crítica, não acredita que o real problema da política tributária brasileira seja a alta carga. “O problema é a natureza dos impostos que incidem sobre renda e consumo, além da finalidade da arrecadação, que é transferida para pagar a dívida pública. Na Europa há países com carga muito maior e os empresários não reclamam.”

Segundo a Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil), a penetração dos serviços de telefonia no País só não foi maior devido, inclusive, à “maior carga tributária do mundo”. “O Brasil está ficando defasado no aproveitamento de Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) para o desenvolvimento sustentável com inserção no mundo globalizado”, defende a entidade. A crítica das empresas vem, inclusive, num momento em que a densidade de telefones celulares entre a população brasileira aumentou em 1.344% neste período de 10 anos. Um número bastante vistoso, mas que poderia ser ainda melhor.

Fonte: Jornal do Commercio

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Martaxa promete diminuir tributos ... (conta outra!)




A candidata do PT à Prefeitura de São Paulo, ex-ministra Marta Suplicy, disse que pretende diminuir a carga tributária. Criticada por ter criado taxas quando foi prefeita da cidade (2000-2004), Marta disse que a redução da carga pode começar pelo ISS (Imposto Sobre Serviços).

A petista mencionou diversas vezes a gestão do prefeito Gilberto Kassab (DEM) hoje em seminário na Faap (Fundação Armando Álvares Penteado). Ela ainda afirmou que a gestão atual reduziu "brutalmente" as isenções do IPTU.

Questionada sobre a existência de uma proposta concreta em relação ao IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) e ISS, disse tudo ainda está em estudo.

A candidata do PT criticou ainda a atuação da GCM (Guarda Civil Metropolitana). Segundo ela, a GCM bate nas pessoas. "São críticas que tenho ouvido da população. A GCM não pode atuar como polícia", disse ela

A ex-ministra criticou a ação de kassab no centro de São Paulo. Ela disse que não houve planejamento. "Até tentaram fazer a cracolândia e não deu certo", afirmou. Segundo ela, a atual gestão herdou US$ 80 milhões em caixa para obras no centro, e investiu apenas US$ 4 milhões.

Marta Suplicy mencionou duas vezes os Hospitais Tiradentes e M'Boi Mirim, bandeiras da campanha de Kassab. "Deixamos o hospital de Tiradentes todo coberto e o M'Boi Mirim, tudo contratado".

A petista voltou a citar que na sua gestão, a prefeitura não tinha dinheiro para investir no Metrô.

Fonte: Folha Online



Tá bom! Eu acredito em Coelho da Páscoa e em Papai Noel. Mas não acredito que Martaxa vá dispensar um Botox na carga tributária paulistana... Chora, São Paulo!

terça-feira, 12 de agosto de 2008

O Óbvio do Óbvio





Em palestra nesta segunda-feira, em São Paulo, a convite da Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil (ADVB), o presidente do Senado, Garibaldi Alves, condenou a excessiva carga tributária que pesa sobre os brasileiros e disse que o momento é propício para a tomada de grandes decisões nessa área. Em sua opinião, todos os indicadores apontam para a recuperação econômica do país, com índices que atestam a estabilidade do Brasil entre as economias mundiais.

"Há questões, porém, que precisam receber tratamento mais adequado para que o país possa efetivamente caminhar pela rota do desenvolvimento auto-sustentável. Nosso sistema tributário apresenta um viés anticrescimento, por tributar os bens destinados ao ativo fixo das empresas, aumentando, assim, o custo dos investimentos".

Para Garibaldi, a desoneração tributária dos investimentos deve constituir-se em ponto central da agenda do governo. Ele reconheceu que a União começa a se sensibilizar com essa questão, mas observou que a redução da carga tributária é um desafio muito complexo, porque "ninguém quer perder". De acordo com o presidente do Senado, o primeiro ente federativo a não querer perder é a própria União, que leva a imensa fatia do bolo tributário.

"No entanto, são os Executivos municipais e estaduais que, efetivamente, estão mais perto do povo e lhes provêem, na maioria das vezes, serviços básicos como saúde, educação e segurança. Por isso, estão a merecer fatias maiores da arrecadação. Há quinze anos, por exemplo, oitenta por cento dos recursos arrecadados pela União eram compartilháveis com estados e municípios. Hoje, apenas quarenta e sete por cento da arrecadação da União são compartilhados."

Garibaldi disse que a arrecadação tributária atingiu R$ 55,74 bilhões em junho, um crescimento de 10,54% em relação ao mês anterior e de 13,6% se comparada com igual mês do ano passado. Também observou que, no acumulado do ano, a arrecadação de tributos e contribuições atingiu R$ 327,6 bilhões, o que representou um aumento de 16% em relação ao primeiro semestre de 2007.

(Redação - Agência JB Online)

domingo, 10 de agosto de 2008

Sonegadores, cuidado com o Leão!





A Receita Federal do Brasil começa a fiscalizar 827 empresas que deixaram de declarar cerca de R$ 4,7 bilhões, na próxima segunda-feira (11).

O coordenador-geral de Fiscalização da Receita, Marcelo Fisch, explicou, em entrevista coletiva sobre a Estratégia Nacional de Fiscalização, que a iniciativa faz parte do programa Omissão de Receitas-Pessoas Jurídicas, destinado a empresas que deixaram de pagar impostos.

A Receita calcula que existam, no total, 6.032 empresas sonegadoras, que, em cinco anos, geram prejuízos de R$ 33,9 bilhões na arrecadação, conforme publicou a Agência Brasil.

Sobre o programa

Este será o quarto programa de fiscalização lançado pela RF este ano. O primeiro era dirigido somente a pessoas físicas. O segundo tinha como objetivo detectar a incompatibilidade entre declarações de pessoas físicas e empresas. Já o terceiro destinou-se a buscar sonegadores da contribuição previdenciária.

O atual programa identificou empresas com indícios de omissão de receita decorrentes de repasses de cartão de credito, informações prestadas por terceiros ou colhidas no Siaf (Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal) e em empresas públicas e informações da Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte fornecida à Receita pelas empresas.

Fonte: InfoMoney
 
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