quinta-feira, 27 de setembro de 2007

Quadro Perigoso





terça-feira, 25 de setembro de 2007

O Chaveirinho do Chavez







domingo, 23 de setembro de 2007

CPMF? Com certeza pode!



Ninguém se engane. O Leão nunca foi manso!

Aos que defendem a prorrogação do "imposto do cheque", chequem a legalidade dessa cobrança com essa fera tributária: o professor Ives Gandra fala sobre a necessidade da imediata diminuição da ração de nosso felino mor.

Clique na foto e leia o artigo, comprovando por A mais B que o leão é insaciável!



sábado, 22 de setembro de 2007

Ao som de um Forró...



O Presidente Inácio da Silva está orquestrando uma nova sinfonia no Senado para aquietar o leão.



Em função da falta de credibilidade de seu comparsa Renan, o próprio



está empenhado em usar seus tentáculos para conquistar os senadores quanto à causa da prorrogação da CPMF.

Para isso está seduzindo a oposição do Senado e propondo a troca de partido.

Então, tá!

Mentira tem mesmo perna curta. Não custa lembrar:



Mas, como a nós, só resta mesmo ser platéia neste país, ficamos assim, nesta sinfonia desafinada, com uma inevitável cara de palhaço.

sexta-feira, 21 de setembro de 2007

Lavagem Cerebral Infantil

O que ensinam às nossas crianças



"Não vou importunar o leitor com teorias sobre Gramsci, hegemonia, nada disso. Ao fim da leitura, tenho certeza de que todos vão entender o que se está fazendo com as nossas crianças e com que objetivo. O psicanalista Francisco Daudt me fez chegar às mãos o livro didático "Nova História Crítica, 8ª série" distribuído gratuitamente pelo MEC a 750 mil alunos da rede pública. O que ele leu ali é de dar medo. Apenas uma tentativa de fazer nossas crianças acreditarem que o capitalismo é mau e que a solução de todos os problemas é o socialismo, que só fracassou até aqui por culpa de burocratas autoritários. Impossível contar tudo o que há no livro. Por isso, cito apenas alguns trechos.

Sobre o que é hoje o capitalismo: "Terras, minas e empresas são propriedade privada. As decisões econômicas são tomadas pela burguesia, que busca o lucro pessoal. Para ampliar as vendas no mercado consumidor, há um esforço em fazer produtos modernos. Grandes diferenças sociais: a burguesia recebe muito mais do que o proletariado. O capitalismo funciona tanto com liberdades como em regimes autoritários."

Sobre o ideal marxista: "Terras, minas e empresas pertencem à coletividade. As decisões econômicas são tomadas democraticamente pelo povo trabalhador, visando o (sic) bem-estar social. Os produtores são os próprios consumidores, por isso tudo é feito com honestidade para agradar à (sic) toda a população. Não há mais ricos, e as diferenças sociais são pequenas. Amplas liberdades democráticas para os trabalhadores."

Sobre Mao Tse-tung: "Foi um grande estadista e comandante militar. Escreveu livros sobre política, filosofia e economia. Praticou esportes até a velhice. Amou inúmeras mulheres e por elas foi correspondido. Para muitos chineses, Mao é ainda um grande herói. Mas para os chineses anticomunistas, não passou de um ditador."

Sobre a Revolução Cultural Chinesa: "Foi uma experiência socialista muito original. As novas propostas eram discutidas animadamente. Grandes cartazes murais, os dazibaos, abriam espaço para o povo manifestar seus pensamentos e suas críticas. Velhos administradores foram substituídos por rapazes cheios de idéias novas. Em todos os cantos, se falava da luta contra os quatro velhos: velhos hábitos, velhas culturas, velhas idéias, velhos costumes. (...) No início, o presidente Mao Tse-tung foi o grande incentivador da mobilização da juventude a favor da Revolução Cultural. (...) Milhões de jovens formavam a Guarda Vermelha, militantes totalmente dedicados à luta pelas mudanças. (...) Seus militantes invadiam fábricas, prefeituras e sedes do PC para prender dirigentes 'politicamente esclerosados'. (...) A Guarda Vermelha obrigou os burocratas a desfilar pelas ruas das cidades com cartazes pregados nas costas com dizeres do tipo: 'Fui um burocrata mais preocupado com o meu cargo do que com o bem-estar do povo.' As pessoas riam, jogavam objetos e até cuspiam. A Revolução Cultural entusiasmava e assustava ao mesmo tempo."

Sobre a Revolução Cubana e o paredão: "A reforma agrária, o confisco dos bens de empresas norte-americanas e o fuzilamento de torturadores do exército de Fulgêncio Batista tiveram inegável apoio popular."

Sobre as primeiras medidas de Fidel: "O governo decretou que os aluguéis deveriam ser reduzidos em 50%, os livros escolares e os remédios, em 25%." Essas medidas eram justificadas assim: "Ninguém possui o direito de enriquecer com as necessidades vitais do povo de ter moradia, educação e saúde."

Sobre o futuro de Cuba, após as dificuldades enfrentadas, segundo o livro, pela oposição implacável dos EUA e o fim da ajuda da URSS: "Uma parte significativa da população cubana guarda a esperança de que se Fidel Castro sair do governo e o país voltar a ser capitalista, haverá muitos investimentos dos EUA. (...) Mas existe (sic) também as possibilidades de Cuba voltar a ter favelas e crianças abandonadas, como no tempo de Fulgêncio Batista. Quem pode saber?"

Sobre os motivos da derrocada da URSS: "É claro que a população soviética não estava passando forme. O desenvolvimento econômico e a boa distribuição de renda garantiam o lar e o jantar para cada cidadão. Não existia inflação nem desemprego. Todo ensino era gratuito e muitos filhos de operários e camponeses conseguiam cursar as melhores faculdades. (...) Medicina gratuita, aluguel que custava o preço de três maços de cigarro, grandes cidades sem crianças abandonadas nem favelas...

Para nós, do Terceiro Mundo, quase um sonho não é verdade? Acontecia que o povo da segunda potência mundial não queria só melhores bens de consumo. Principalmente a intelligentsia (os profissionais com curso superior) tinham (sic) inveja da classe média dos países desenvolvidos (...) Queriam ter dois ou três carros importados na garagem de um casarão, freqüentar bons restaurantes, comprar aparelhagens eletrônicas sofisticadas, roupas de marcas famosas, jóias. (...) Karl Marx não pensava que o socialismo pudesse se desenvolver num único país, menos ainda numa nação atrasada e pobre como a Rússia tzarista. (...) Fica então uma velha pergunta: e se a revolução tivesse estourado num país desenvolvido como os EUA e a Alemanha? Teria fracassado também?"

Esses são apenas alguns poucos exemplos. Há muito mais. De que forma nossas crianças poderão saber que Mao foi um assassino frio de multidões? Que a Revolução Cultural foi uma das maiores insanidades que o mundo presenciou, levando à morte de milhões? Que Cuba é responsável pelos seus fracassos e que o paredão levou à morte, em julgamentos sumários, não torturadores, mas milhares de oponentes do novo regime? E que a URSS não desabou por sentimentos de inveja, mas porque o socialismo real, uma ditadura que esmaga o indivíduo, provou-se não um sonho, mas apenas um pesadelo?

Nossas crianças estão sendo enganadas, a cabeça delas vem sendo trabalhada, e o efeito disso será sentido em poucos anos. É isso o que deseja o MEC? Se não for, algo precisa ser feito, pelo ministério, pelo congresso, por alguém."

 Ali Kamel é sociólogo, jornalista, escritor e editor-executivo da Central Globo de Jornalismo
(autor dos livros "Sobre o Islã: a afinidade entre muçulmanos, judeus e cristãos e as origens do terrorismo" e "Não somos racistas")

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É impossível calcular o dano moral,
se é que pode ser chamado assim,
que a mentira mental tem causado à sociedade.

(Thomas Paine)

quinta-feira, 20 de setembro de 2007

TODOS FELIZES NO FINAL



Haverá um dia em que todos voltarão a ser felizes!











Será o dia em que:

- GENUINO será algo verdadeiro;

- GENRO apenas o marido da filha;

- SEVERINO apenas o porteiro do prédio,

- FREUD voltará a ser só o criador da Psicanálise;

- LORENZETTI será só uma marca de chuveiro;

- GREENHALGH voltará a ser um almirante que participou de nossa história;



- Dirceu, Palloci, Delúbio, Silvio Pereira, Berzoini, Gedimar, Valdebran, Valdomiro, Bargas, Expedito Veloso, Gushiken, Marcos Valério, etc.,
- Serão simples PRESIDIÁRIOS



- E LULA, APENAS UM ANIMAL MARINHO !

Agora, quando olho meu titulo de eleitor, entendo o verdadeiro significado da palavra:

ZONA ELEITORAL !!!

quarta-feira, 12 de setembro de 2007

Palhaçada





ATributarista também é cultura!

Você conhece essa música do saudoso Miltinho?

Cara de palhaço, pinta de palhaço, roupa de palhaço
Foi esse o meu amargo fim...
Cara de gaiato,pinta de gaiato, roupa de gaiato...
foi o que eu arranjei "pra" mim...

Estavas roxa por um "trouxa"
"pra" fazer cartaz.
Na tua lista de golpista,
tem um bobo a mais...

Quando a chanchada deu em nada,
eu até gostei.
A fantasia foi aquela que esperei.

Cara de palhaço, pinta de palhaço, roupa de palhaço
Pela mulher que não me quer...
Mas, se ela quiser voltar "pra" mim,
vai ser assim....
cara de palhaço, pinta de palhaço...
até o fim...

Pode-se até substituir a palavra MULHER por JUSTIÇA, que fica tudo certo!

E agora? Quem poderá nos defender???



Acho que só mesmo o Chapolim Colorado!

Ao diabo com o Rei do Gado!





 
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